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Série de atentados deixam pelo menos 22 mortos e 153 feridos no Iraque

Terrorismo e violência sectária aumentaram no Iraque nos últimos meses

Internacional|Do R7

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Forças de segurança iraquianas inspecionam o local de um ataque com carro-bomba em Al Kut, onde quatro pessoas morreram e 15 ficaram feridas
Forças de segurança iraquianas inspecionam o local de um ataque com carro-bomba em Al Kut, onde quatro pessoas morreram e 15 ficaram feridas STRINGER/IRAQ/REUTERS

Pelo menos 22 pessoas morreram e 153 ficaram feridas neste domingo (13) em ataques realizados em diferentes pontos do Iraque, a maioria no sul do país, informou à Agência Efe uma fonte policial.

Um total de 15 carros-bomba e três artefatos explodiram em diversas províncias do país. O atentado mais violento ocorreu ano centro de Al Hilla, capital da província de Babel, onde pelo menos cinco pessoas morreram e quinze ficaram feridas pela detonação de dois veículos carregados com explosivos.


Também no sul, na cidade de Al Kut, capital da província de Al Wasit, quatro pessoas perderam a vida e 15 ficaram feridas pela explosão de dois carros-bomba. Na província de Al Wasit, no sul, a detonação de seis carros-bomba e dois artefatos em Al Kut e Al Azizia al Suairia deixaram quatro mortos e 62 feridos. Na cidade de Al Diwaniya, a 170 quilômetros ao sul de Bagdá, um civil morreu e 18 ficaram feridos pela explosão de dois veículos de forma consecutiva.

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Em um atentado parecido perpetrado com um só carro, uma pessoa morreu e nove ficaram feridas próximo de um posto de gasolina em Al Mahmudiya, a 30 quilômetros ao sul da capital. Além disso, dezesseis pessoas ficaram feridas pela explosão de dois veículos em Basra, a 560 quilômetros ao sul de Bagdá. Além disso, uma pessoa morreu e uma ficou ferida pela explosão de uma bomba durante a realização de um funeral em Samarra, a 120 quilômetros ao norte da capital.


O terrorismo e a violência sectária aumentaram no Iraque nos últimos meses, os mais mortíferos em cinco anos, com ataques frequentes contra as forças de segurança e a comunidade xiita. Apesar do aumento dos atentados desde o início do ano, a violência aumentou ainda mais após a fuga de 500 supostos membros da Al Qaeda das prisões de Abu Ghraib e Al Taji em julho. 

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