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Sul-coreano é detido após roubar R$ 8,5 milhões e fazer plástica

O homem ficou irreconhecível, mas acabou sendo localizado pela polícia

Internacional|Do R7

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Nem mesmo os seus ex-colegas o reconheceram quando o viram. Na imagem, o coreano antes (à esquerda) e depois da cirurgia (à direita)
Nem mesmo os seus ex-colegas o reconheceram quando o viram. Na imagem, o coreano antes (à esquerda) e depois da cirurgia (à direita)

A polícia sul-coreana deteve um homem que teria roubado 4,7 bilhões de wons (cerca de R$ 8,5 milhões) da empresa em que trabalhava e depois se submetido a uma cirurgia plástica para mudar suas feições, informou nesta sexta-feira (22) o jornal Chosun.

As autoridades revelaram, após sua detenção na quarta-feira, que o acusado, identificado pelo sobrenome Yoon e que tem cerca de 30 anos de idade, transferiu o dinheiro da empresa para seis contas bancárias abertas em seu nome no ano passado.


Yoon começou a trabalhar no departamento financeiro de um fabricante de semicondutores na Província de Chungcheong do Sul há dois anos, onde foi detido em uma casa que alugara através de um amigo.

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Em apenas dois dias, o acusado conseguiu desviar 4,7 bilhões de wons, e depois viajou para Seul, onde sacou 3,36 bilhões antes de a empresa roubada conseguir alertar as entidades bancárias.


A companhia acionou a polícia imediatamente e ofereceu 100 milhões de wons (mais de R$ 180 mil) de recompensa por sua captura.

O homem viajou então para a Província de Jeolla do Sul e enterrou metade do dinheiro em um monte próximo a sua cidade de origem e o restante em uma casa nessa Província, segundo as autoridades.


Até ser pego, Yoon gastou 610 milhões de wons (R$ 1,1 milhão) em estabelecimentos noturnos, em um automóvel de luxo, no aluguel de uma casa na cidade de Gwangju e em uma cirurgia plástica para tentar despistar a polícia.

"Nem mesmo os seus ex-colegas o reconheceram quando o viram", explicou ao jornal Chosun o oficial Koh Wook-hwan, do departamento de polícia de Asan.

Dois amigos de Yoon foram detidos sob a acusação de terem ajudado o criminoso a comprar um telefone celular e alugar duas casas. 

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