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Tiroteio deixa um policial morto e fecha Champs-Elysées em Paris  

De acordo com a polícia, três policiais foram atingidos e um deles morreu

Do R7, com agências internacionais

Um tiroteio na região do Champs-Elysées, principal avenida de Paris, na França, na noite desta quinta-feira (20), atingiu três policiais, um deles morreu, de acordo com o sindicato de policiais franceses Unité SGP Police.

O sindicato afirmou inicialmente que um segundo policial havia morrido no tiroteio, mas o porta-voz do Ministério do Interior, Pierre-Henry Brandet, desmentiu a informação.

O atirador também foi morto, segundo o Ministério do Interior da França. Autoridades afirmaram que ele já tinha antecedentes criminais e estava na lista do serviço de inteligência do país. Brandet, no entanto, não confirmou.

O porta-voz disse que os policiais eram o alvo do ataque, mas ainda é cedo para apontar o motivo.

Segundo informações da Reuters, uma hora depois do ataque em que morreru o policial foram ouvidos mais tiros na região da Champs-Elysées. 

O Twitter do Unité SGP Police descreveu o ataque informando que uma pessoa, carregando uma arma Kalashnikov, saiu de um carro e alvejou uma viatura policial que estava parada em farol vermelho.

Segundo autoridades policiais, provavelmente se trata de um ato terrorista. E não está descartada a participação de outro atirador. A divisão antiterrorismo francesa iniciou uma investigação para apurar a causa do ataque.

A polícia isolou a área, entre as estações de metrô George V, Roosevelt e Champs-Elysées, e pediu para a população evitar a região.

Logo após o ocorrido, o presidente François Hollande convocou o primeiro-ministro Bernard Cazeneuve para uma reunião de emergência no Palais de l'Élysée, sede do governo francês.

Há meses o país está em estado de alerta máximo. Na última terça-feira (18), dois homens, de 23 e 29 anos, foram detidos em Marselha, sul da França, por serem suspeitos de prepararem um atentado "iminente" às vésperas das eleições.

Eleições

Neste domingo (23) haverá 1º turno de uma disputada eleição presidencial no país. Disputam o cargo Marine Le Pen, da Frente Nacional (extrema-direita), e Jean-Luc Mélenchon, do movimento França Insubmissa (extrema-esquerda), totalizam mais de 40% das intenções de voto para o primeiro turno do próximo domingo, apontam pesquisas.

 

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