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Em Sete Lagoas (MG), PM prende quadrilha que clonava cartões

Suspeitos se passavam por entregadores de rede varejista para aplicar os golpes; foi uma vítima que acionou a polícia 

Minas Gerais|Ricardo Vasconcelos, da Record TV Minas

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PM apresentou material usado pela quadrilha nos golpes
PM apresentou material usado pela quadrilha nos golpes Divulgação/Polícia Militar

Quatro homens foram presos por aplicar golpes clonando cartões bancários, nesta quinta-feira (4), em Sete Lagoas, na região Central de Minas, a 78 km de Belo Horizonte. Os suspeitos se passavam por entregadores de uma rede varejista para praticar os crimes.

As informações são da Polícia Militar e dão conta que a quadrilha descobria, por razões ainda não esclarecidas, os dados das vítimas, como nome completo e endereço das residências. De posse disso, montavam embalagens com etiqueta e a logomarca da empresa varejista com um copo térmico dentro.


"Eles chamavam pelas pessoas nas casas. Quando o morador falava que não tinha feito a compra, eles diziam que estavam apenas entregando a mercadoria e que se a pessoa pagasse a taxa de R$ 6,75 de frete poderia ficar com a entrega", explicou um dos responsáveis pela prisão dos suspeitos, sargento Gati Ciamamb.

Pagamento


Ainda de acordo com o PM, para receber o pagamento, os criminosos usavam uma máquina, que clonava os cartões. Uma pessoa caiu no golpe e teve quase R$ 2 mil de prejuízo, após os estelionatários fazerem um saque com os dados do cartão. Foi essa vítima que abordou um grupo da Polícia Militar de Meio Ambiente em patrulhamento pelo bairro onde mora.

"Encontramos um dos suspeitos na rua e depois os outros três. Com eles, apreendemos seis máquinas usadas nos crimes, além 34 copos oferecidos nas entregas", completou o sargento, que também localizou com os estelionatários uma mochila de entregador com caixa térmica; uma faca; 190 adesivos com informações dos destinatários; R$134,60 em dinheiro; três motocicletas usadas nas supostas entregas; um carro e quatro celulares.

O material apreendido e os presos foram encaminhados à Delegacia de Plantão de Sete Lagoas. A Polícia Civil vai instaurar um inquérito para investigar as atividades da quadrilha, principalmente, como eles descobriam os dados das vítimas.

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