Julgamento de jovem que usou balconista como escudo humano é adiado
Crime chocou moradores de Barbacena, na região central de Minas Gerais
Minas Gerais|Do R7, com Record Minas

O julgamento de Rafael Pereira Martin, de 21 anos, e Wander Almeida Junior, 27, acusados da morte de uma balconista em Barbacena, na região central de Minas, foi adiado. No crime, que ocorreu em dezembro do ano passado, Martin usou a mulher como escudo humano para se defender dos disparos feitos por Almeida.
Assim que o júri começou nesta terça-feira (29), Ércio Quaresma, ex-advogado do goleiro Bruno Fernandes, anunciou que seria o novo defensor do autor dos tiros. A dupla é acusada de homicídio doloso, quando há intenção de matar. Enquanto estiveram no Salão do Júri, os réus permaneceram de cabeça baixa.
Por ter assumido a defesa 24 horas antes do início do julgamento, Quaresma pediu o adiamento do processo. O pedido foi acatado e um novo júri foi marcado para 1º de abril do ano que vem.
O crime
No dia 4 de dezembro do ano passado, Ligia Moreira Furtado, de 33 anos, morreu depois de levar três tiros na barriga. As câmera da padaria onde a vítima trabalhava registraram o crime. A balconista é surpreendida por Martin, que entra e usa a funcionária como escudo humano. Em seguida, Almeida chega e atira em direção aos dois.















