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Militar reformado que trabalhava como taxista é morto durante assalto em BH

Arma do militar teria sido levada pelo casal de bandidos 

Minas Gerais|Do R7

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Taxista foi alvo de cinco tiros e morreu na hora
Taxista foi alvo de cinco tiros e morreu na hora

Um taxista foi assassinado a tiros durante uma tentativa de assalto na noite de terça-feira (20) no Conjunto Califórnia 1, na região noroeste de Belo Horizonte. A vítima, que também era militar reformado, foi atingida por cinco tiros e os suspeitos fugiram.

Segundo a PM (Polícia Militar), o motorista de táxi transportava um casal quando os passageiros anunciaram um assalto no cruzamento da avenida Clarins com rua Bandolins. Em seguida, foram ouvidos alguns disparos de arma de fogo e o casal desceu do veículo e saiu correndo. Não se sabe se a vítima reagiu ao crime.


Ainda conforme a PM, a perícia constatou que o militar reformado foi atingido por cinco disparos de arma de fogo. Ele morreu antes mesmo da chegada do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência).

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Conforme relato do filho do taxista, ele costumava andar com um revólver calibre 32. No entanto, a arma não foi localizada, apenas um coldre. Além disso, a perícia também encontrou R$ 291, o celular da vítima, sua CNH (Carteira Nacional de Habilitação), tudo dentro do automóvel.


Após o crime, um motociclista que passava pelo local disse ter sido abordado pelo casal de suspeitos, que teria pedido informações sobre como chegar à BR-040. E uma mulher também disse que foi abordada pelos suspeitos, que anunciaram que roubariam seu carro, um Space Fox. No entanto, ela se assustou e acelerou o veículo, deixando-os para trás.

A PM localizou imagens de câmeras na região que registraram a fuga dos autores e já tem informações sobre as características dos mesmos. No entanto, os militares fizeram buscas, mas não encontraram ninguém.

Por causa do assassinato, cerca de 30 taxistas fizeram um protesto durante a madrugada e interditaram algumas vias do centro da capital mineira. Eles atearam fogo em pneus em repúdio à violência contra o colega. O caso será investigado pela Polícia Civil. 

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