Logo R7.com
RecordPlus

Pai de bebê sequestrado em BH rebate suspeita da PM sobre versão do crime dada pela mãe

Criança teria sido tirada do colo da mãe por casal de chineses no centro da capital

Minas Gerais|Do R7

  • Google News
Renata e Johney no chá de bebê do filho
Renata e Johney no chá de bebê do filho

"Eu estou passando por uma estrada de pedra e o filho sem pai do Sg. Oriel tem a capacidade de falar em rede nacional que parece que eu vendi meu filho". Com estas palavras, Johney Nulhia, pai do bebê de dois meses que teria sido tirado do colo da mãe por três pessoas no centro de Belo Horizonte, no último sábado (23), rebateu as suspeitas da Polícia Militar sobre o relato dado pela jovem. A mensagem foi postada no perfil de Nulhia no Facebook.

Em entrevista à imprensa, o cabo Oriel Pinto da Silva teria confirmado que a corporação desconfia da versão contada pela mãe do bebê. A mulher relatou aos militares que foi abordada e ameaçada de morte por um casal de chineses e um terceiro suspeito no momento em que passava pelo Shopping Xavantes, região central de BH. Eles teriam chegado em um carro preto, armados, e tirado a criança de seus braços. 


Revoltado, o pai do bebê usou as redes sociais para defender a noiva das acusações. Indignado com as declrações dadas pelo militar, Nulhia escreveu que "se fosse o filho desse filho sem mãe, ele trataria o caso de forma mais serena". A reportagem do R7 tentou entrar em contato com a PM, mas nenhum responsável foi encontrado para falar sobre o caso.

Leia mais notícias no R7 MG


A Polícia Civil informou que a ocorrência foi registrada ontem (23) na Ceflan (Central de Flagrantes). Segundo a corporação, a mãe foi ouvida pelo delegado de plantão, que vai encaminhar o caso para a 4ª delegacia do centro. A assessoria de imprensa da PC alegou ainda que o caso, por enquanto, não será registrado como sequestro "já que não houve pedido de resgate".

Além disso, câmeras do metrô, que teria sido usado pela mãe do bebê, serão analisadas para obter informações sobre o crime. Não será possível utilizar imagens de câmeras do Olho Vivo da PM, já que os equipamentos da região estariam desligados no momento dos fatos.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.