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Polícia Civil apreende 180 kg de cocaína avaliados em R$ 14 milhões 

De acordo com a corporação, droga seria vendida durante o Carnaval de Belo Horizonte 

Minas Gerais|Do R7

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Droga era trazida de fornecedores do Estado do Mato Grosso
Droga era trazida de fornecedores do Estado do Mato Grosso

Cerca de 180 kg de cocaína foram apreendidos na noite da última quinta-feira (4), no bairro Bonsucesso, na região do Barreiro, em Belo Horizonte. De acordo com a Polícia Civil, esta é a maior apreensão da droga já ocorrida na capital mineira nas últimas décadas. As investigações duraram cerca de quatro meses. Alexandre Freitas Beloni, de 40 anos, conhecido como ET, era o responsável pelo armazenamento e transporte do material. Ele foi preso em flagrante no local. Outros dois suspeitos também foram detidos. 

Ainda conforme a corporação, as apurações indicam que a droga seria vendida na cidade durante Carnaval. Além disso, boa parte do entorpecente seria encaminhado para o aglomerado da Serra, na região centro-sul de BH. Atualmente, o morro está ocupado por policiais militar devido à guerra entre gangues rivais que disputam o controle do tráfico na região. Um veículo Fiat Palio, duas pistolas calibre 9 mm, uma pistola calibre 40 e aproximadamente R$ 5.000 também foram recolhidos pela polícia. 


Conforme o delegado responsável pelo caso, Fernando Miranda, a cocaína apreendida tem alto teor de pureza e é conhecida como "escama de peixe". Cada quilo da droga pode resultar em porções ainda maiores, com acréscimo de outros produtos químicos. Desta forma, os traficantes fazem o entorpecente render ainda mais ao ser repassado aos usuários. Ainda segundo o policial, a quantidade encontrada poderia acarretar em um lucro de até R$ 14 milhões aos criminosos. 

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Durante a ação, Washington Luiz Gomes de Souza, de 31 anos, e Cirilo de Lima Ferreira, de 48 anos, também foram presos. Eles seriam integrantes da mesma quadrilha. Souza, conhecido como Canela, era responsável pelas negociações referentes à compra da droga com os fornecedores do Estado do Mato Grosso. Já Ferreira administrava uma oficina mecânica onde os carros descarregavam os entorpecentes trazidos de outros Estados. De lá, a cocaína era repassada para o imóvel no Barreiro e mantida em um depósito até ser revendida. 

Os investigados foram autuados em flagrante pela prática dos crimes de tráfico de drogas, assoaciação para o tráfico e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. No total, eles podem pegar de oito a 31 anos de prisão. 

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