Protesto com 12 mil pessoas promete marcar o 7 de Setembro em BH
Polícia afirmou que irá abordar manifestantes mascarados durante ato no centro da cidade
Minas Gerais|Do R7 MG

O feriado de 7 de setembro promete ser marcado por novo protesto em Belo Horizonte. A manifestação faz parte de mobilização nacional no dia de comemoração da Independência do Brasil.
Como de costume, o ato foi marcado por meio de evento criado no Facebook e será realizado na Praça 7, no centro da capital mineira, às 12h. Mais de 12 mil pessoas já confirmaram presença.
Intitulada de “Operação 7 de Setembro (Op7)”, a mobilização foi organizada pelo Anonymous e engloba 141 cidades brasileiras, além de uma no exterior (Nova Zelândia).
No site de divulgação da "OP7", há a informação de que a mobilização tem como principal objetivo “lutar pelos interesses do povo e de qualquer pessoa que deseje um país mais justo e menos desigual”.
— Desejamos uma revolução sim, mas não através de um golpe antidemocrático. O intuito da operação é levar o povo cada vez mais a uma democracia de verdade, uma democracia participativa, onde o povo também governa, e não onde somos apenas governados por supostos representantes.
Minas vai às ruas
Além de Belo horizonte, o previsto é que moradores de mais 15 municípios mineiros irão às ruas no dia 7 de setembro. Afinal, há manifestações marcadas em Nova Lima, Betim, Passos, Piumhi, Caldas Novas, Cambuí, Divinópolis, Extrema, Itajubá, Juiz de Fora, Montes Claros, Patos de Minas, Pouso Alegre, Uberaba. e São Sebastião do Paraíso.
Segurança
Um esquema especial de segurança foi preparado pelas polícias Civil e Militar devido à programação de novo protesto e a realização do tradicional desfile de 7 de setembro na capital.
Após reunião, ficou decidido que todos os manifestantes que estiverem usando máscaras durante o ato serão abordados pelos policiais. Além disso, foi acordado que, quem estiver com o rosto coberto, terá que apresentar o documento de identidade. Caso contrário, a pessoa será levada para a Delegacia de Polícia.
Em torno de 3.000 policiais irão trabalhar na operaçã e os oficiais também estão autorizados a revistar bolsas e mochilas em busca de bombas e outras armas que possam ser usadas para criar pânico ou depredar o patrimônio público e privado.















