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Justiça aceita pedido do MP para que acusado de matar mulher a marteladas continue preso

Segundo o juiz Fábio Uchôa, o jovem possui comportamento "descontrolado e agressivo"

Rio de Janeiro|Do R7

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Mário Henrique Lopes e Thalita Juliane Peixoto viviam juntos há dois anos; eles se casaram um mês antes do crime
Mário Henrique Lopes e Thalita Juliane Peixoto viviam juntos há dois anos; eles se casaram um mês antes do crime

Na última quinta-feira (11), o juiz do 1º Tribunal do Júri da Capital, Fábio Uchôa Pinto de Miranda Montenegro, recebeu a denúncia do Ministério Público contra Mário Henrique Rodrigues Lopes, acusado de matar a esposa, Thalita Juliane Peixto Paiva, de 24 anos, a marteladas, no apartamento que moravam em Vila Isabel, zona norte do Rio, em junho deste ano.

A denúncia pedia que a prisão temporária em flagrante mudasse para prisão preventiva até o julgamento. A solicitação foi aceita pelo juiz Fábio Uchoa, que afirmou que a liberdade do jovem representa risco à sociedade.


— Observa-se que os fatos causaram grande comoção no meio social, diante da brutalidade com que o crime foi cometido, sendo certo que o acusado demonstrou possuir um comportamento absolutamente descontrolado e agressivo, razões pelas quais se impõe a manutenção de sua prisão cautelar, para impedir que pratique novos fatos criminosos.

A prisão preventiva é uma forma de evitar que o acusado interfira nas investigações. Ainda não foi divulgado o resultado do exame de sanidade mental de Mário Henrique Lopes.

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