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Órgãos de ex-nadadora que teve morte cerebral após ser atropelada no Rio não podem ser doados

Secretaria Municipal de Saúde confirmou informação neste domingo (3)

Rio de Janeiro|Do R7

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Sarah ganhou medalha de prata no revezamento 4X200 metros livre nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, em 2011
Sarah ganhou medalha de prata no revezamento 4X200 metros livre nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, em 2011

A Secretaria Municipal de Saúde informou, neste domingo (3), que os órgãos da ex-nadadora Sarah Côrrea, de 22 anos, que morreu após ser atropelada na zona oeste do Rio, não podem ser doados. Por volta das 13h, o corpo da medalhista do Pan ainda estava no IML (Instituto Médico Legal).

Segundo a assessoria de imprensa, após a confirmação da morte cerebral da ex-atleta, foi iniciado um protocolo padrão para doação de órgãos, que tem duração de seis horas. Durante esse período, a jovem faleceu em decorrência de politraumatismo.


O acidente aconteceu na última sexta-feira (1°). A jovem chegou a ser levada para o Hospital Municipal Miguel Couto, na zona sul, mas morreu no sábado (2).

Sarah foi atropelada por um carro num ponto de ônibus da estrada dos Bandeirantes, em Vargem Grande. Outra vítima que também foi atingida pelo veículo morreu no local. O motorista fugiu sem prestar socorro.

De acordo com a Polícia Civil, o suspeito do crime se apresentou na delegacia do Recreio (42ª DP). O motorista já foi ouvido e liberado. Em depoimento, o homem disse que depois do acidente foi ao hospital. A policia solicitou o boletim de atendimento médico dele.

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