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Rio: polícia prende homem que lavava dinheiro da milícia de Zinho

Conhecido como Antônio das Casinhas, criminoso era investigado e monitorado havia três meses 

Rio de Janeiro|Do R7

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Farda militar e arma foram apreendidas com preso
Farda militar e arma foram apreendidas com preso

A Polícia Civil prendeu, na manhã desta terça-feira (7), em Campo Grande, zona oeste do Rio, um miliciano apontado como homem de extrema confiança de Luiz Antônio da Silva Braga, vulgo Zinho, de quem recebera a função de ser o responsável pela lavagem de dinheiro de grupos paramilitares.

Antônio Lúcio Fernandes Forte, vulgo Antônio das Casinhas, de 39 anos, foi capturado em sua casa após três meses de investigação e monitoramento. Ele também era ligado ao miliciano Ecko, que, após ter sido morto em operação da Polícia Civil do Rioem junho deste ano, foi sucedido por seu irmão Zinho.


De acordo com as investigações, Antônio tinha a função de receber e lavar todo o dinheiro conseguido por meio de atividades ilícitas, como parcelamento irregular de solo urbano para construção civil, tomada de terrenos de propriedade privada e extorsão a moradores e comerciantes da região.

Para dar um aspecto de legalidade às ações, o criminoso tinha uma empresa em seu nome, registrada como sendo direcionada a atividades de administração e segurança condominial, além de construção civil. Segundo as investigações, por intermédio dessa firma e mediante violência e graves ameaças da quadrilha, ele obrigava moradores e comerciantes de toda a região a contratar seus serviços. 


Durante as buscas na residência de Antônio, os policiais encontraram uma pistola, munições, carregador estendido, cadernos de contabilidade das atividades criminosas do bando, fardamento militar e radiocomunicadores.

O criminoso foi preso em cumprimento a um mandado de prisão condenatória pela prática dos crimes de porte irregular de arma de fogo de uso restrito, corrupção de menores, extorsão e organização criminosa.

A Polícia Civil conta com a ajuda da população no combate às milícias. Qualquer informação pode ser repassada ao Disque Denúncia da DC-Polinter, por meio do WhatsApp (21) 98596-7081.

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