Após denúncia do MP, mãe de Joaquim é presa novamente
Natália Mingoni Ponte foi levada para a penitenciária de Franca na manhã deste sábado
São Paulo|Do R7, com Rede Record

A psicóloga Natália Mingoni Ponte, mãe do menino Joaquim, assassinado em novembro em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, foi presa novamente na manhã deste sábado (4). O Ministério Público apresentou, na quinta-feira (2), denúncia à Justiça e pediu a prisão preventiva de Natália, considerando que ela foi omissa nos cuidados com o filho.
A mulher e o padrasto do menino, o técnico em informática Guilherme Longo, foram presos no dia 10 de novembro, quando o corpo de Joaquim foi encontrado boiando em um rio. Um mês depois, no dia 10 de dezembro, ela conseguiu um habeas corpus e foi posta em liberdade. Longo continua detido em Barretos.
Procurado pela reportagem, o advogado de Natália, Cássio Alberto Gomes Ferreira, disse que ainda não conversou com sua cliente e não sabia qual procedimento vai adotar.
Leia mais notícias de São Paulo
O inquérito policial, entregue à Justiça no dia 27 de dezembro, indiciou apenas Guilherme Longo, por homicídio doloso triplamente qualificado — meio cruel, motivo fútil e recurso que dificultou a defesa da vítima. No entendimento do delegado do caso, Paulo Henrique Martins de Castro, Natália não deveria responder pelo crime.















