São Paulo

21/8/2013 às 21h34 (Atualizado em 21/8/2013 às 22h00)

Colegas de Marcelo Pesseghini dizem à polícia que adolescente confessou ter matado família

Amigos, no entanto, falaram que pensaram ser alguma brincadeira do rapaz

Do R7, com Jornal da Record

Na foto, Marcelo, principal suspeito dos crimes, aparece com o pai, o sargento da Rota, Luis Marcelo Pesseghini Reprodução/Facebook

Dois dos nove colegas de Marcelo Pesseghini, de 13 anos, ouvidos até agora pela polícia falaram que o adolescente confessou, quando foi à escola pela última vez, no dia 5 deste mês que tinha assassinado a família. Os demais amigos ouvidos já haviam dito que o menino tinha o desejo de matar os pais.

Os colegas, segundo a polícia, foram os mesmos vistos saindo com Marcelo da escola no dia em que os corpos foram encontrados. Nos depoimentos, os estudantes falaram que pensaram se tratar de uma brincadeira, fruto da imaginação dele.

Nesta quarta-feira (21), apenas um vizinho da família Pesseghini foi ouvido no DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa). O teor do interrogatório não foi revelado.

Os laudos da perícia devem ser entregues à polícia somente na próxima semana. Ainda faltam sair resultados do IML (Instituto Médico Legal), que coletou amostras de DNA, para saber de quem é o sangue encontrado no casaco e no tênis que Marcelo usava.

Família assassinada: colega de Marcelo diz em depoimento que menino queria matar diretora de escola

O caso

No fim da tarde de 5 de agosto, cinco corpos foram encontrados na casa da família Pesseghini, na Vila Brasilândia, zona norte de São Paulo. As vítimas eram: o sargento da Rota Luis Marcelo Pesseghini, a mulher dele e cabo da PM, Andreia Bovo Pesseghini; a mãe de Andreia, Benedita Oliveira Bovo, e a irmã dela, Bernadete Oliveira da Silva, e o filho do casal, Marcelo Eduardo. Todos tinham sido baleados na cabeça.

Em mais de duas semanas de investigação, o DHPP afirma que o principal suspeito é Marcelo. Ele teria planejado as mortes, influenciado, possivelmente, por um jogo de videogame. Para o psiquiatra Guido Palomba, que acompanha o caso a pedido da Polícia Civil, a única explicação é que o garoto tenha sofrido um surto psicótico.  

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