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Imagens mostram outro espancamento horas antes de homossexual ser morto na Bela Vista

Caso aconteceu em uma travessa da rua onde Bruno Borges, de 18 anos, foi assassinado

São Paulo|Do R7, com Rede Record

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À esquerda, câmera de prédio que registrou agressão por volta das 4h, na rua São Miguel; quase duas horas depois, Bruno (foto) foi morto a pauladas por um grupo que o assaltou, a poucos metros dali
À esquerda, câmera de prédio que registrou agressão por volta das 4h, na rua São Miguel; quase duas horas depois, Bruno (foto) foi morto a pauladas por um grupo que o assaltou, a poucos metros dali

Uma câmera de segurança de um prédio na rua São Miguel, na Bela Vista, centro de São Paulo, mostra um rapaz sendo espancado por uma dupla cerca de duas horas antes de Bruno Borges, de 18 anos, ser agredido até a morte, no começo da manhã de domingo (26). Ele era homossexual e foi roubado antes de ser assassinado. O caso é investigado como latrocínio, mas a polícia não descarta a possibilidade de crime de ódio.

O espancamento registrado na rua São Miguel foi por volta de 4h. As imagens mostram um homem correndo de uma dupla, em uma esquina. Em seguida, ele cai e é agredido. Em outro trecho da gravação, dois homens aparecem correndo de policiais militares. O R7 questionou a PM sobre o ocorrido e aguarda resposta da corporação.


A rua onde aconteceu o espancamento do segundo homem é uma travessa da via onde Bruno foi atacado. Nenhum boletim de ocorrência desse caso foi localizado pela reportagem nas delegacias da região.

O caso de Bruno é investigado pelo Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais). Até a tarde desta terça-feira (28), os policiais não tinham conhecimento do vídeo gravado pouco tempo antes.


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Bruno Borges voltava de uma balada com mais dois amigos, por volta de 6h40, quando um grupo anunciou um assalto. Os colegas conseguiram fugir, mas o jovem não. Ele entregou todos os pertences, inclusive os tênis e o Bilhete Único. Mesmo assim, os assaltantes agrediram o rapaz a pauladas, segundo a polícia. Quando o resgate chegou, a vítima já estava morta.


O caso é investigado como roubo seguido de morte pela delegacia especializada em latrocínios do Deic. No entanto, a família suspeita que Bruno possa ter sido vítima de crime de ódio, por ser homossexual. Essa possibilidade também não foi descartada pela polícia.

Assista ao vídeo:

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