São Paulo

8/1/2013 às 00h10 (Atualizado em 8/1/2013 às 00h10)

Internautas cobram respostas de mistério do suicídio de estagiária

Polícia investiga denúncia de abusos em festa da firma

Do R7

Página do escritório onde Viviane estagiava é alvo de protestos no Facebook Reprodução/Record

O caso envolvendo o suicídio da universitária Viviane Alves Guimarães Wahbe, de 21 anos, está repercutindo em blogs e redes sociais. No início de dezembro, ela pulou do sétimo andar do prédio onde morava, no bairro do Morumbi, na zona oeste de São Paulo. Internautas usam a web para protestar e acompanhar informações sobre a apuração da história.

Estudante de direito na PUC-SP, Viviane era estagiária de um dos maiores escritórios de advocacia do País. Segundo relato da mãe dela à polícia, a filha ficou perturbada após a festa de fim de ano da firma. O boletim de ocorrência da morte da jovem informa que ela contou à família que foi dopada e estuprada. Nove dias após a confraternização, a universitária se atirou da sacada do apartamento.

Em nota, a empresa afirmou que não há indícios de qualquer relação direta ou indireta entre o evento comemorativo e a morte da jovem. Acrescentou que sempre proporcionou um ambiente ético e negou qualquer fato que tenha fugido a essa conduta.

Suicídio após festa da firma: entenda o caso

Na página do escritório de advocacia no Facebook, dezenas de internautas manifestam repúdio ao suposto estupro, denunciado pela mãe de Viviane, e cobram justiça. Uma das usuárias da rede promete divulgar o caso no exterior.

— Que vergonha. Farei o possível para divulgar o que aconteceu fora do Brasil, e quando me refiro a divulgar, saibam que toda e qualquer informação obtida irá para os veículos de comunicação daqui.

Antes de se matar, estagiária reclamou de assédio intenso

Outro internauta afirmou que os amigos da estudante vão “investigar esta história até o fim, doa a quem doer. Barulho não vai faltar”.

Na mesma rede social, foi criado um evento: “Viviane Alves Guimarães Wahbe – não esqueceremos”. No texto de apresentação, os autores da iniciativa – representantes da Marcha das Vadias de Curitiba (PR) – explicaram que a ideia é “concentrar informações sobre a investigação do caso”. Mais de 160 pessoas já fazem parte da comunidade.

Polícia interroga colegas de trabalho de estagiária

No Twitter, foram replicados textos sobre a história postados em sites e blogs reforçando como são misteriosas as circunstâncias da morte da estudante.

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