Justiça nega pedido de liberdade de acusados de ter assassinado ganhador da Mega-Sena em SP
Defesa alega constrangimento ilegal. Jonas Alves Dias havia ganhado R$ 47 milhões em 2020 e suspeitos tentaram extorqui-lo
São Paulo|Isabelle Amaral, do R7

A Justiça de São Paulo negou o pedido de liberdade de um dos acusados de ter assassinado e torturado o ganhador da Mega-Sena Jonas Lucas Alves Dias, de 55 anos, em setembro do ano passado. A informação foi confirmada ao R7, na manhã deste sábado (18), pelo TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo).
A defesa do réu teria alegado constrangimento ilegal por ele não ter passado por um julgamento desde o início do processo. O crime ocorreu na cidade de Hortolândia, no interior de São Paulo. Jonas havia saído para caminhar quando foi abordado por criminosos.
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A vítima havia recebido R$ 47 milhões em 2020, quando foi um dos dois acertadores de um concurso da Mega-Sena. Cinco pessoas foram presas sob suspeita de estarem envolvidas no assassinato, sendo Rebeca Messias Pereira Batista, Roberto Jefferson da Silva, conhecido como "Gordo, Marcos Vinicius Sales Oliveira e Marcos Vinicius Ferreira.
Relembre o caso
Jonas Lucas Alves Dias foi encontrado morto em 14 de setembro deste ano em Hortolândia (SP), no interior de São Paulo. O homem foi localizado com sinais de tortura, mas ainda vivo, em uma alça de acesso da rodovia dos Bandeirantes. No entanto, ele morr...
Jonas Lucas Alves Dias foi encontrado morto em 14 de setembro deste ano em Hortolândia (SP), no interior de São Paulo. O homem foi localizado com sinais de tortura, mas ainda vivo, em uma alça de acesso da rodovia dos Bandeirantes. No entanto, ele morreu no hospital. Alves Dias havia ganhado R$ 47 milhões na Mega-Sena em 2020





















