Não foi Marcelinho, defende tio-avô antes de receber laudo sobre morte da família de PMs
Sebastião Costa Neto chegou pouco antes das 10h à sede da Polícia Civil de São Paulo
São Paulo|Ana Ignácio, do R7

A Polícia Civil de São Paulo apresenta à família Pesseghini nesta quinta-feira (5) o laudo sobre a morte da família de PMs. Marcelinho, de 13 anos, é apontado como principal suspeito de matar os pais, Luís Marcelo Pesseghini e Andréia Regina Bovo Pesseghini, a avó Benedita Oliveira Bovo e a tia-avó Bernardete Oliveira da Silva. Após essa sequência de crimes, entre a noite de 4 de agosto e a madrugada do dia 5, o menino teria se suicidado.
O tio-avô de Marcelinho, Sebastião Oliveira Costa, chegou ao DHPP (Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa) por volta das 9h50 e voltou a defender a inocência do sobrinho.
— Continuamos com a mesma convicção. Não acreditamos que foi o Marcelinho.
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Além de Sebastião, devem comparecer ao DHPP nesta manhã duas irmãs das senhoras mortas e os filhos de uma delas. Mais cedo, o R7 conversou com o delegado Itagiba Franco, responsável pelo inquérito. Ele explicou que foi a própria família Pesseghini que pediu para ter acesso ao conteúdo dos laudos antes da divulgação oficial.
— Entendemos que eles [familiares] deveriam tomar conhecimento do teor dos laudos antes da divulgação pública.
O delegado informou, no entanto, que a polícia não irá falar sobre conclusões da investigação.













