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"Só tem o coração partido quem ainda tem coração" fala com humor ácido sobre fim de relacionamento

Curta dirigido por Pedro Gomes e Rubens Marinelli tem final surpreendente para a fossa

São Paulo|Juca Guimarães, do R7

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O ator Gustavo Merighi é o Breno, que teve o coração partido
O ator Gustavo Merighi é o Breno, que teve o coração partido

O curta-metragem "Só tem o coração partido quem ainda tem coração", estrelado pelo ator Gustavo Merighi, retrata com um humor ácido e um final surpreendente o abalo emocional causado pelo fim de um relacionamento, a chamada "fossa".

O personagem Breno (Gustavo Merighi) está há meses sem sair de casa, sofrendo de amor e sem ânimo para nada, quando recebe um telefonema da ex, interpretada pela atriz Marjorie Gerardi.


Durante o filme, o expectador ouve a ex pelo viva-voz do celular e acompanha o diálogo tenso do casal, similar à cumplicidade criada pelo cineasta Alfred Hitchcock em Janela Indiscreta ao igualar o ponto de vista do personagem principal com o do expectador.

"Só tem o coração partido quem ainda tem coração" foi criado e produzido de forma independente como trabalho de conclusão do curso de direção de fotografia B_arco.


O ator Merighi está no elenco da novela das 9h "A Lei do Amor", da Globo, interpretando o personagem Rodney.

Um dia só de filmagem


Dirigido por Pedro Gomes e Rubens Marinelli, o primeiro assinando também a edição e o segundo o roteiro, o filme tem um final inesperado e carregado no humor ácido. O curta-metragem tem várias sequências de tomadas criativas que constroem uma clima claustrofóbico e confuso no ambiente.

A sala de aula foi transformada no apartamento do Breno. Local onde ele se isolou por meses do resto do mundo, após o término de um namoro.


Toda o filme foi feito em um dia só e a sala de aula foi transformada em apartamento
Toda o filme foi feito em um dia só e a sala de aula foi transformada em apartamento

"O filme foi feito como um exercício de conclusão de curso. Juntamos uma galera boa, com bons contatos e usamos a infraestrutura que a escola ofereceu. Rodamos tudo em uma diária, dentro da sala de aula e de dia. Ou seja, tudo impresso no filme foi completamente produzido. Mérito total da equipe e da criação em conjunto", disse Pedro Gomes, que já dirigiu filmes de publicidade e videoclipes para o grupo de rap Pentágono, MV Bill, Hataka, entre outros. Ele também dirigiu os documentários "Marco Zero" e "Freestyle", ambos sobre a cultura hip-hop.

Veja mais trabalhos dirigidos por Pedro Gomes neste link.

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