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Fazer tatuagem no verão aumenta os riscos de infecção. Saiba como evitar

Arte não deve ser exposta ao sol, nem ter contato com água do mar

Saúde|Do R7

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Tatuar-se no verão aumenta os riscos de infecções
Tatuar-se no verão aumenta os riscos de infecções

A liberdade característica do verão é convidativa para que amantes de tatuagens pensem no próximo desenho a ser estampado em seu corpo. Porém, os cuidados a ser tomados após uma tatuagem devem ser redobrados em períodos quentes.

De acordo com a coordenadora do departamento de cosmiatria da Sociedade de Dermatologia do Rio de Janeiro, Bruna Bravo, tatuar-se no verão pode trazer uma série de limitações, como não ir à praia nem à piscina e não tomar sol na região tatuada — o que, muitas vezes, implica o uso de roupas mais compridas, para cobrir o desenho.


Se as medidas de segurança não forem tomadas, aumenta significativamente o risco de ter infecções, manchas na pele ou até mesmo problemas na própria tatuagem.

— A fixação dos pigmentos na pele ocorre através de um processo inflamatório local que leva certo tempo para cicatrizar. Por isso, como todo machucado, a tatuagem recém-feita não deve ser exposta ao sol ou ter contato com a água do mar, por exemplo, devido ao risco de ocorrer uma infecção.


Segundo Bruna, a melhor opção é esperar o verão passar e as temperaturas mais amenas chegarem.

Contudo, aos que não quiserem esperar, as dicas são: higienizar o local com frequência e usar protetor solar diariamente. Para auxiliar na cicatrização da tatuagem, são recomendáveis pomadas cicatrizantes. 

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