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Francês impedido de voar por ser gordo demais ganha passagem de avião

No mês passado, companhia determinou que homem era pesado demais para embarcar

Saúde|Do R7

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Um francês considerado gordo demais para voar conseguiu, finalmente, garantir um bilhete de avião para voltar para a Europa após o fracasso de um plano alternativo de levá-lo de navio, informou seu pai nesta segunda-feira (18).

Kevin Chenais, que sofre de um desequilíbrio hormonal e foi aos Estados Unidos para se tratar, deve embarcar em um voo noturno da companhia Virgin de Nova York para Londres acompanhado dos pais, disse René Chenais à AFP.


No entanto, Chenais disse não ter certeza como a família fará depois que chegar a Londres. Este é o último acontecimento de uma saga que começou no mês passado, quando a companhia aérea British Airways determinou que o jovem de 22 anos, que pesa 230 kg, era pesado demais para embarcar.

Depois disso, a família passou uma semana no hotel de um aeroporto de Chicago, tentando resolver o problema e, com o dinheiro indo embora, decidiu que sua única opção seria pegar um trem para Nova York para, então, atravessar o Atlântico a bordo do navio de cruzeiro Queen Mary.


Mas os responsáveis pelo transatlântico "tampouco quiseram receber Kevin a bordo, alegando problemas de saúde", disse Chenais em entrevista por telefone a caminho do aeroporto, procedente de um hotel do Brooklyn.

A British Airways informou à AFP que sua equipe de atendimento ao cliente "trabalhou com diligência para encontrar uma solução" para o problema.


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No entanto, segundo uma porta-voz da companhia, "não foi possível acomodar com segurança o cliente em quaisquer de nossas aeronaves".


Chenais, que precisa de oxigênio e cuidados médicos, veio aos Estados Unidos procedente da França em maio de 2012 para se tratar na Clínica Mayo, em Minnesota.

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Seus problemas de saúde, que impedem que ele leve uma vida normal, começou quando ele tinha seis meses de idade, segundo o pai.

Apesar de todos os "reveses", Chenais disse que o filho - que esperava embarcar no Queen Mary - estava "um pouco triste" em deixar os Estados Unidos.

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