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Ministros apontam avanços nas discussões sobre o programa Mais Médicos

Meta do programa é garantir oportunidade de residência a todos os médicos, diz governo

Saúde|Da Agência Brasil

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Assunto foi discutido em uma reunião com a Abem
Assunto foi discutido em uma reunião com a Abem

Os ministros da Educação, Aloizio Mercadante, e da Saúde, Alexandre Padilha, divulgaram nota conjunta em que avaliam como positivo o avanço na construção da proposta para que façam parte da residência médica os dois anos a mais no curso de medicina, quando os profissionais terão que trabalhar no SUS (Sistema Único de Saúde).

O assunto foi discutido em uma reunião com a Abem (Associação Brasileira de Educação Médica) e o grupo de trabalho designado pela Comissão de Especialistas em Ensino Médico do MEC (Ministério da Educação).

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O tema também foi abordado pelos ministros na reunião do CNE (Conselho Nacional de Educação) .

Os dois anos adicionais, o chamado segundo ciclo, está proposto no programa Mais Médicos, lançado este mês. Com esse incremento, o curso passará a ter a duração de oito anos, com os dois anos de atuação obrigatória em urgência e emergência no SUS.

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— O MEC [Ministério da Educação] e o Ministério da Saúde veem como iniciativa muito positiva o avanço na construção da proposta, como debatida pela comissão de especialistas e pela Abem, para que os anos adicionais de formação no SUS sejam parte da residência médica, assegurando maior experiência em serviços de atenção básica e de urgência e emergência no SUS e aprofundando o conhecimento da realidade de saúde.

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Na nota, os ministros registram que essa possibilidade está prevista desde a edição da Medida Provisória 621/2013, que criou o Mais Médicos, que já apontava para esse aproveitamento, conforme a regulamentação posterior do CNE e da CNRM (Comissão Nacional de Médicos Residentes).

Os ministros reforçam que a meta do programa é garantir oportunidade de residência médica a todos os médicos que se formam no Brasil.

O texto registra que a reunião com a Abem e a comissão de especialistas, ocorrida nesta quinta-feira (25), é parte de uma série de diálogos sobre o Mais Médicos com universidades, escolas médicas, entidades e gestores estaduais e municipais da área da saúde e os conselhos nacionais de educação e saúde.

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