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Rio Grande do Sul responde por 70% do arroz do Brasil e bate recorde histórico de produtividade, aponta IRGA

Dados do Instituto Rio Grandense do Arroz mostram como tecnologia, irrigação e tradição agrícola consolidam o estado como líder absoluto na produção do grão no país

Arroz: Energia que une o Brasil|R7 Conteúdo e Marca

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Safra 2024/2025 registra a maior produtividade da história do arroz irrigado no RS: 9.044 kg por hectare, recorde apontado pelo IRGA Divulgação/IRGA

O Rio Grande do Sul consolidou, ao longo de décadas, sua posição como o maior produtor de arroz do Brasil, sendo responsável por cerca de 70% de toda a produção nacional do grão.

Esse protagonismo não é recente e resulta da combinação entre tradição agrícola, condições naturais favoráveis, domínio da irrigação e forte investimento em pesquisa e tecnologia, especialmente por meio do trabalho desenvolvido pelo IRGA (Instituto Rio Grandense do Arroz), referência técnica no acompanhamento e desenvolvimento da cultura no estado.


Na safra 2024/2025, os números reforçaram ainda mais essa liderança. A produtividade média do arroz irrigado no estado alcançou 9.044 quilos por hectare, o maior produtividade já registrado pelo IRGA, superando recordes anteriores.

A produção total foi estimada em aproximadamente 8,76 milhões de toneladas, um crescimento expressivo em relação ao ciclo anterior. Os resultados são atribuídos ao uso de cultivares mais modernas, manejo aprimorado e adoção de tecnologias que elevam a eficiência das lavouras gaúchas.


A extensão rural realizado pelo IRGA é um dos pilares dessa performance. O instituto monitora semanalmente o desenvolvimento das lavouras, dividindo o estado em regiões arrozeiras e coletando dados diretamente com produtores.

Na safra 2023\2024, a área semeada foi de 900.203 mil hectares. Já na safra 2024/2025, área semeada chegou a 970.194 hectares com uma produção de 8,7 milhões de toneladas, com produtividade média de 9.044 toneladas por hectare, números que já colocavam o estado em posição de destaque absoluto no cenário nacional.


A produção está distribuída por mais de 135 municípios, com destaque para polos tradicionais como Uruguaiana, Itaqui, Alegrete, Dom Pedrito e Santa Vitória do Palmar, que frequentemente figuram entre os maiores volumes colhidos.

Nessas regiões, predominam as planícies aluviais e áreas naturalmente favoráveis à irrigação, condição essencial para o cultivo do arroz e que representa uma vantagem competitiva histórica do estado.


Além do abastecimento do mercado interno, o arroz gaúcho também tem papel estratégico nas exportações brasileiras. O estado responde por grande parte do volume exportado pelo país, levando o produto a dezenas de mercados internacionais e gerando impacto direto na economia regional, tanto na renda do produtor quanto na cadeia de beneficiamento, transporte e comercialização.

Mesmo diante de desafios climáticos recorrentes, como períodos de excesso de chuvas ou estiagens, a cadeia produtiva do arroz no Rio Grande do Sul demonstra capacidade de adaptação e resiliência.

A constante evolução técnica promovida pelo IRGA, aliada à experiência dos produtores, permite manter níveis elevados de produtividade e sustentar a posição do estado como verdadeiro gigante do arroz brasileiro, fundamental para a segurança alimentar do país e para a força do agronegócio gaúcho.

O canal Arroz: Energia que une o Brasil é uma iniciativa do IRGA (Instituto Rio Grandense do Arroz) e Governo do Rio Grande do Sul.

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