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Brasil lidera exportações de algodão e projeta futuro promissor no setor

Área cultivada no Brasil cresce, consolidando o país como líder global do produto

Agronegócios|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Brasil se destaca como maior fornecedor mundial de algodão na safra 2024-2025.
  • A área cultivada cresceu significativamente, apesar dos preços baixos no mercado internacional.
  • O país implementa iniciativas para promover a qualidade do algodão, como o uso de QR codes para garantir transparência.
  • Perspectivas futuras são otimistas até 2026, com capacidade de embarque elevada no primeiro semestre do ano.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O Brasil se destacou como principal fornecedor mundial de algodão durante a safra 2024-2025. Apesar dos preços baixos do produto no mercado internacional, a área cultivada aumentou significativamente.

Em entrevista ao Record News Rural desta terça-feira (13), Davi Vaz, presidente da Anea (Associação Nacional dos Exportadores de Algodão), discute as conquistas e desafios enfrentados pelo setor.


Brasil se consolida como principal fornecedor global de algodão Reprodução/Record News

Nos últimos anos, o Brasil intensificou seus esforços para promover sua fibra em todo o mundo através da iniciativa Cotton Brasil. “A gente tem viajado o mundo inteiro para promover a nossa fibra, para que as pessoas conheçam a qualidade dela, para que aprendam a usá-la dentro da fábrica e entendam a viabilidade dela. Então, é um trabalho que vem feito já há muitos anos e ele vem dando resultado. A gente se tornou o maior exportador de algodão no ano passado. Esse ano a gente mantém a posição, mesmo tendo países como a China, que deixaram de comprar metade do que tinham comprado ano passado”, comenta.

O país também é pioneiro em oferecer informações detalhadas sobre a origem do produto por meio de QR codes presentes nos itens finais vendidos ao consumidor. Essa prática assegura a transparência e destaca os padrões elevados de sustentabilidade seguidos pelos produtores nacionais.


Apesar das dificuldades impostas pelos preços baixos atualmente praticados no mercado internacional devido à alta oferta e baixa demanda geral por fibras naturais frente aos tecidos sintéticos mais baratos derivados do petróleo, especialmente na Ásia, há otimismo quanto às perspectivas futuras até 2026. “No começo de dezembro, uma redução diária em função dos preços baixos, os preços realmente quando a gente olha o gráfico, eles estão para baixo da média histórica, isso em função do grande aumento na produção e do não crescimento, e também porque a gente veio de preços muito altos, isso favoreceu a produção. Daqui para frente, olhando para o Brasil, a gente tem bastante algodão para ser exportado. Porque a nossa safra começou um pouco atrasada, então os nossos números de embarque de julho não foram tão fortes, mas a gente tem a capacidade de embarcar muito algodão no primeiro semestre do ano”, finaliza.

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