Da caixa de isopor à indústria: pamonha do Alto Paranaíba se torna patrimônio imaterial de Minas Gerais
Produção artesanal cresceu ao longo dos anos; hoje, fábrica produz 700 unidades por dia e atrai viajantes à beira da rodovia
Agronegócios|Do R7
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A região do Alto Paranaíba, em Minas Gerais, conhecida pela ligação com o milho, se destaca pela produção tradicional de pamonhas, que se tornou patrimônio imaterial da região. A fábrica mais antiga da área produz cerca de 700 unidades diariamente há 30 anos. O negócio começou como uma pequena iniciativa familiar à beira da rodovia e atualmente é uma indústria consolidada.
A fama da iguaria atrai visitantes frequentes, vindos até mesmo de fora do município, apenas pela experiência gastronômica proporcionado pelas pamonharias mineiras. Embora grande parte do trabalho ainda seja manual para manter o sabor da receita tradicional, algumas etapas foram mecanizadas ao longo dos anos.

Rogério Alves de Araújo, dono do local, comenta sobre as melhorias tecnológicas que agilizaram processos como ralar e coar o milho. Valdemar Ribeiro, que trabalha na empresa há 27 anos, também explica que cortar o milho corretamente evita desperdícios tanto do grão quanto das palhas usadas para embrulhar as pamonhas.
Após preparar a massa base das pamonhas doces ou salgadas, elas são cozidas a vapor usando técnicas modernas que facilitam o procedimento sem perder as características artesanais. Nada é desperdiçado durante a fabricação, os resíduos alimentam caldeiras enquanto as sobras servem aos animais locais.
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