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Faeg busca auxiliar agro a entender como vai funcionar a reforma tributária no setor

Entidade respondeu às principais perguntas sobre medida que entrou em vigor neste ano

Agronegócios|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Faeg promoveu um encontro para discutir a reforma tributária no setor agro.
  • O evento contou com a participação de instituições como CRC, CNA e OAB de Goiás.
  • Foram abordadas dúvidas sobre notas fiscais, períodos de vigência e uso do CNPJ.
  • A nova medida visa unificar impostos para facilitar a arrecadação e reduzir injustiças na cadeia produtiva.

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A Faeg (Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás) realizou, na última semana, um encontro para explicar os desafios da implementação da reforma tributária para o agro. O evento reuniu instituições como o CRC (Conselho Regional de Contabilidade), a CNA (Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária) e a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de Goiás.

O principal motivo do encontro foi responder aos questionamentos de produtores e prestadores de serviço do setor acerca das novas regras, que passaram a valer em janeiro deste ano. Dentre os questionamentos estão os pontos sobre preenchimento de nota fiscal, períodos de vigor e utilização de dados como o CNPJ.


Uma sala de eventos conta com várias pessoas sentadas assistindo a uma apresentação. Na frente, uma mulher de roupa preta está em pé com um microfone, ao lado de uma tela grande exibindo um slide com o título “Reforma Tributária” e tópicos em texto. O ambiente possui paredes de madeira e iluminação clara.
Encontro deu orientações acerca de como funciona o novo modelo de arrecadação Reprodução/Record News

“Tem muito trabalho pela frente, a contabilidade, os advogados terão um serviço bem pesado para a compreensão da legislação, a facilidade que ela proporciona, mas também traz impactos e isso vai impactar no bolso do produtor, no retorno financeiro dele e uma atividade que já vem sofrendo nesses últimos três anos bastante com a carga tributária”, destaca a produtora rural Ana Paula.

Com um processo de implementação gradual, a nova medida unifica os impostos já conhecidos em apenas dois, com o intuito de facilitar a arrecadação e reduzir injustiças na cadeia produtiva. São as principais mudanças:

  • ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), estadual, e o ISS (Imposto Sobre Serviços), municipal, serão unificados no IBS (Imposto Sobre Bens e Serviços);
  • PIS/Pasep (Programa de Integração Social/Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público) e Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), ambos federais, se transformarão no CBS (Contribuição de Bens e Serviços).
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