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Mulheres quebradeiras de coco babaçu transformam tradição em fonte de renda no Piauí

Além do impacto econômico, trabalhadoras encontram na atividade independência e representação de uma herança familiar

Agronegócios|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Mulheres quebradeiras de coco babaçu em Miguel Alves, Piauí, transformam tradição em fonte de renda.
  • Associação criada há 21 anos reúne 27 mulheres e promove autonomia e representarão herança familiar.
  • Atividade envolve coleta e processamento artesanal do coco, aproveitando todas as partes do fruto.
  • Produtos gerados são vendidos em feiras e melhoram a renda das famílias, além de valorizarem a cultura local.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

No município de Miguel Alves, localizado a cerca de 118 km de Teresina, no Piauí, as mulheres quebradeiras de coco babaçu transformam uma prática tradicional em fonte de sustento e autonomia. Além do impacto econômico, essas trabalhadoras encontram na atividade independência e representação de uma herança familiar passada por gerações.

A associação das mulheres quebradeiras da região foi criada há 21 anos e reúne 27 integrantes que trabalham para fortalecer as comunidades. Muitas vezes o trabalho é realizado no mato durante o dia todo, mesmo encontrando desafios na natureza, como insetos e cobras.


Uma mulher de camisa escura está em área de mata com palmeiras e vegetação ao redor. Ela manuseia frutos marrons, que aparecem em pilha no primeiro plano.
Rotina das quebradeiras de coco começa cedo com a coleta do fruto nos quintais ou terrenos próximos Reprodução/Record News

“É uma riqueza da região e uma riqueza para nós como mulheres, que mudou completamente a nossa vida”, diz Alzira de Sales. Enquanto isso, a presidente da associação, Maria Lúcia de Araújo, reforça: “A minha mãe quebra coco também, minha avó tudo quebra coco. É maravilhoso, eu gosto demais dessa profissão”.

A rotina delas começa cedo com a coleta do coco nos quintais ou terrenos próximos. Na sede, o fruto é processado artesanalmente. Antes, era usado apenas na produção de azeite e carvão da casca, e agora são aproveitadas todas as partes do recurso natural devido aos cursos e oficinas oferecidos pela associação.


Os produtos adquiridos, além de utilizados para o consumo local, são vendidos em feiras agrícolas familiares e enviados para outras regiões do Brasil. Essa comercialização não só melhora a renda das famílias como promove o reconhecimento cultural da atividade.

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