Pesquisador explica como funciona tecnologia que diferencia cafés por região; entenda
Michel Baqueta afirma que, na cafeicultura, essa tecnologia é nova e também é capaz de detectar adulterações
Agronegócios|Do R7, com RECORD NEWS
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
Foi desenvolvida uma tecnologia capaz de diferenciar cafés por região e detectar adulterações de forma rápida e com baixo custo. A pesquisa é feita pela Embrapa Rondônia em parceria com a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas.
Em entrevista ao Record News Rural desta quarta-feira (28), o doutor e pesquisador da Unicamp Michel Baqueta explica qual a fase que este estudo está e como a tecnologia funciona.
“A espectroscopia na região do infravermelho próximo se baseia na interação da energia, mas é nessa região do infravermelho próximo que a gente tem diferentes energias que interagem com a amostra [...]. A amostra recebe essa energia e emite um sinal, o equipamento captura esse sinal e transforma numa curva de dados onde a gente consegue entender um pouco mais sobre a composição química da nossa amostra, no caso o café”, esclarece.

Michel também afirma que, na cafeicultura, essa tecnologia é nova. Segundo ele, cada amostra tem uma impressão química, e conforme essas curvas aparecem no sinal, dá para saber se a amostra tem um pouco mais de açúcar, um pouco mais de lipídeo, ou um pouco menos de proteína.
“Conforme a gente estuda os cafés com relação à origem, à variedade, até mesmo quando eles estão fraudados, quando acontece a mistura entre café e um alimento que não é café, essas curvas que representam os componentes da nossa amostra se modificam e nos acende um alerta”, esclarece o pesquisador sobre o processo de detectar o tipo de café.
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