A comida no cinema
Petiscos como atrações da sétima arte
Bahia|Larissa Ramos, da TV Record BA

A relação da comida com o cinema vai muito além da pipoquinha que comemos do lado de cá da tela.
Falando nisso, tem muito crítico de cinema que torce o nariz para este hábito, dizem que atrapalha os demais espectadores. Eu não tenho opinião formada, só sei que o que me incomoda são os fulanos que insistem em atender celular e conversar bem no meio da sessão, mas tudo isso é papo para o povo do cinema. O assunto aqui continua sendo comida...
Ela é muitas vezes coadjuvante para tantas cenas inesquecíveis do cinema. Lembro de muitas que vão desde O poderoso chefão a desenhos como Kung Fu Panda, além de filmes cults de diretores consagrados como Woody Allen e Pedro Almodóvar.
Para mim é óbvio que a comida faça parte da sétima arte. Ela é referência em nossas vidas. Fazemos muitas refeições ao dia e passamos grande partes das celebrações, de alguma forma, ligados a momentos que envolvem o comer. Então é justo, muito justo (justíssimo), que tantos cineastas se reverenciem ao cotidiano e coloquem os alimentos como a grande estrela de muitos filmes. Vou enumerar alguns, sem sinopse, país de origem, ordem de importância ou ano de lançamento.
Recomendo que pesquise. Aqui só fica a dica do nome em português, Sherlock. O resto é com você. Todos são legais, por razões bem diferentes, e valem a pena serem conferidos por pessoas que amam comer, cozinhar e assistir uma boa película.
São eles: A festa de Babette; Ratatouille; Vatel; Soul Kitchen; Como água para chocolate; Julie &Julia; Delicatessen; Simplesmente Marta; Estômago; Almoço em Agosto; Os sabores do palácio; Sem reservas, entre tantos outros. É só usar como inspiração e depois correr para a cozinha.











