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Após um mês, greve dos bancários continua sem previsão de término

Na última negociação, a Fenabn propôs o reajuste salarial de 8% mais abono de R$ 3,5 mil 

Bahia|Do R7

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A greve de 2016 já é a maior dos 12 anos
A greve de 2016 já é a maior dos 12 anos

Nesta quarta-feira (5), a greve nacional dos bancários completou um mês, sem previsão de término. Hoje, a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) voltou a se reunir com o Comando Nacional dos Bancários, para discutir uma nova proposta de reajuste. A greve de 2016 é considerada a maior dos 12 anos.

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Segundo o Sindicato dos Bancários da Bahia, a Fenaban apresentou uma proposta de reajuste de 8% mais abono salarial de R$ 3,5 mil. Para o vale alimentação, o índice oferecido é de 15% e o vale refeição e o auxílio creche/babá, 10%. Os valores são retroativos a 1º de setembro, data-base da categoria. Já o abono será pago em uma única parcela, até 10 dias após a assinatura da Convenção Coletiva de Trabalho.


Sobre a PLR (Participação nos Lucros e Resultados), a Fenaban mantém o reajuste de 8% no valor fixo e na parcela adicional. Ou seja, a regra básica continua a mesma, 90% do salário mais R$ 2.183,53, limitado a R$ 11.713,59. A parte adicional é de 2,2% do lucro líquido distribuídos linearmente, limitado a R$ 4.367,07.

O modelo de acordo segue o mesmo apresentado na negociação passada, com validade de dois anos. Portanto, para 2017 as empresas oferecem a reposição da inflação entre setembro de 2016 e agosto de 2017 mais 1% de aumento real. Para a PLR serão aplicadas as mesmas regras deste ano.

De acordo com o sindicato, a proposta também contém itens sociais, como a requalificação e realocação de bancários dentro da mesma organização financeira, de forma a reduzir as demissões.

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