Doença rara, que causa flacidez na musculatura do corpo, preocupa Vigilância Epidemiológica da Bahia
31 casos da síndrome de Guillain-Barré foram registrados na Bahia
Bahia|Do R7 com Record Bahia

O aedes aegypti (transmissor da dengue, chikungunya, zika e outras doenças virais) continua fazendo vítimas e preocupando especialistas em saúde na Bahia. Pessoas infectadas pelo zika vírus podem desenvolver, por exemplo, a síndrome de Guillain-Barré, doença rara, transmitida pelo aedes aegypti e que causa flacidez na musculatura do corpo. Este ano já foram registrados 31 casos da doença no estado.
O grande número de pessoas com a sindrome preocupa Jesuína Castro, coordenadora da Vigilancia Epidemiologica da Bahia.
— Nossa função é esclarecer essas informações para a população, pois 31 casos de uma doenca exantemática, que não é nem dengue nem chikungunya, e que pode ser zika, preocupa muito. Do ponto de vista do controle, o vetor é o aedes aegypti e esse controle está sendo feito.
Na Bahia, contaminações pelo zika vírus são frequentes e têm movimentado os postos de saúde de Salvador e interior. Sintomas como febre, erupções na pele, coceira e dor muscular podem ser indicativos da doença e surgem, em média, quatro dias após a picada do mosquito.
— Temos no estado uma epidemia de dengue, chikungunya e zika vírus. Então, são três arboviroses acontecendo de forma epidêmica. Ao todo 68 municípios estão nesta situação, o que tem nos preocupado.
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