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Dois meses após morte de criança, pais pedem agilidade na perícia: “Cada dia é um sofrimento”

Mirella faria sete anos de idade no último dia 12

Bahia|Do R7

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Menina estava na laje de casa quando foi atingida por tiros
Menina estava na laje de casa quando foi atingida por tiros

Pouco mais de dois meses da morte de Mirela do Carmo Barreto, o caso ainda não foi resolvido. A menina foi atingida por tiros na laje de casa, durante uma operação policial no bairro de São Caetano, em março, mas os laudos da perícia ainda não foram divulgados.

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A mãe da criança, Edineide, contou que a criança faria sete anos no último dia 12, caso estivesse viva. O pai de Mirela, Robenilton, acredita que a dor da perda aumenta ainda por causa da espera por uma resposta da polícia.

— A pessoa que tirou a vida da minha filha tirou a minha e a da mãe dela também. Cada dia é um sofrimento.


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O casal saiu da casa onde o crime aconteceu, desde o dia da morte. Eles estão desempregados e tem recebido acompanhamento psicológico, mas ainda não conseguiram se desfazer dos objetos da filha.


— Acredito muito na justiça e acredito também nos policiais do DHPP [Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa], que estão fazendo essa perícia. Só quero pedir agilidade em uma resposta pra gente, que somos pais e estamos sofrendo. Não estamos dormindo, minha esposa não come... A gente não tem cabeça pra nada.

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