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Dona de hotel brutalmente agredida durante assalto ainda não conseguiu voltar ao trabalho

Mulher foi atingida com socos e pontapés pelo assaltante que queria mais dinheiro

Bahia|Do R7 com Record Bahia

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Dona do hotel diz que se sente insegura e sem ter a quem recorrer
Dona do hotel diz que se sente insegura e sem ter a quem recorrer
Assaltante ainda não foi preso
Assaltante ainda não foi preso

A dona do hotel que foi brutalmente agredida por um assaltante no bairro da Liberdade, em Salvador, ainda não conseguiu voltar ao trabalho. Arlete Souza disse que não conseguiu dormir direito e não sabe o que fazer para esquecer tudo que aconteceu.

Um homem entrou no hotel na sexta-feira (7), anunciou o assalto, colocou algema de plástico na dona e em uma funcionária, levou para uma sala e começou a agredir a proprietária. O assaltante queria mais dinheiro e não acreditava quando a vítima dizia que não tinha mais o que entregar. Segundo Arlete, ela deu o celular e até a aliança de casamento. O bandido jogou todo o conteúdo da bolsa no chão e não encontrou nada. A vítima foi agredida com socos e pontapés.


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O assalto foi registrado pelas câmeras de segurança do estabelecimento e mesmo o bandido tendo quebrado o equipamento, o áudio da câmera gravou os gritos de dor de Arlete quando estava sendo agredida.


Após ser assaltada sete vezes em oito anos, a dona do hotel diz que se sente insegura e sem ter a quem recorrer.

— Você está exposta a ser violentada, como eu fui, ameaçada e humilhada. Em todo momento eu era xingada com palavrões.


A vítima pede a ajuda das autoridades e que alguém faça alguma coisa.

— Os impostos que a gente paga são muito altos, a nossa carga tributária é alta, a gente precisa de uma ajuda, de alguém que prenda, alguém denuncie, alguém que faça alguma coisa. O que ele fez comigo vai fazer com uma filha, uma mãe, uma esposa. Quantas pessoas (vão sofrer com a violência) até alguém tomar uma providência?

Arlete disse que, a todo momento, pensou que ia morrer. A mulher afirmou que não reagiu em momento algum, pois estava amarrada e o assaltante armado. A vítima falou que foram dez, quinze minutos que pareceram uma eternidade.

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