Fiscalização das praias da capital baiana segue até domingo (6)
Piatã concentra a mais parte das denúncias da população
Bahia|Do R7

A Semop (Secretaria Municipal da Ordem Pública) faz operação de fiscalização nas praias de Salvador. A operação, que teve início na terça-feira (1º) e segue até domingo (6), faz parte da rotina da Semop mas também busca atender a uma série de denúncias por parte dos banhistas sobre o descumprimento das regras estabelecidas pela Prefeitura e pela Justiça Federal para comercialização de produtos na orla da capital. Todos os equipamentos utilizados irregularmente estão armazenados na sede da pasta, na avenida San Martin.
Entre as principais reclamações recebidas pela secretaria estão a cobrança de utilização de mesas e cadeiras do kit doado pela Prefeitura, além de problemas referentes à falta de higiene e excesso de equipamentos armazenados na areia. O trabalho teve início em Piatã, por concentrar a mais parte das denúncias da população.
De acordo com a titular da Semop, Rosemma Maluf, as operações de fiscalização nas praias têm como objetivo ordenar o comércio informal em toda a orla da cidade.
— Todo diálogo, dilação de prazos e acordos foram feitos para que os permissionários se adequassem à nova legislação que regulamenta as atividades nas faixas de areia de Salvador. Se não fizermos esse trabalho, não vamos avançar na organização das praias.
Os permissionários das praias devem cumprir uma série de critérios como a padronização de equipamentos (mesas, cadeiras, sombreiros, lixeiras), nas cores azul e branco. A produção de alimentos não pode ser feita na areia e também está proibida nas tendas a utilização de equipamentos de vidro e perfurantes. A legislação veta ainda o armazenamento de equipamentos durante a noite, uma vez que os permissionários podem utilizar a faixa de areia apenas das 7h às 19h.
Segundo a secretária, a operação vai cobrir toda a orla continental da cidade, de São Tomé de Paripe até a Praia do Flamengo. Os equipamentos armazenados no depósito da San Martin podem ser retirados em um prazo de até 60 dias, após a apreensão, mediante pagamento de multas que variam de R$ 117 a R$ 530.














