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Garotas são convidadas para festa pelo Facebook e ficam três dias desaparecidas em Salvador

Adolescentes voltaram para casa após exibição de fotos pela Record Bahia 

Bahia|Do R7 com Record Bahia

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Antes de sumirem, adolescentes disseram que iriam a uma festa de aniversário
Antes de sumirem, adolescentes disseram que iriam a uma festa de aniversário

Após combinarem participar de uma festa pelas redes sociais, três adolescentes de 12, 13 e 14 anos desapareceram. De acordo com familiares, elas saíram de casa, no bairro de Colina de Periperi, em Salvador, na tarde de domingo (19), e não retornaram. Depois de três dias desaparecidas, elas retornaram para casa nesta terça-feira (21), mas não souberam informar onde estavam.

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Mãe de Francine Moreno, 13 anos, Nilza Moreno também é tia de Fabrícia Souza, 12 anos. Ela desconfia que as meninas tenham sido atraídas pela internet e tenham sido dopadas.

— É um desespero, com certeza, principalmente por elas terem saído escondidas. Não confio nessas festas, nesse negócio de Facebook. Alguém publicou no perfil delas sobre a festa, que seria no bairro de Pirajá, e elas foram. Quando ela saiu, eu não estava em casa, mas com certeza elas foram se comunicando através da rede social.


Após fazer a denúncia do desaparecimento das adolescentes no programa Balanço Geral, da Record Bahia, a mãe de uma das garotas revelou que, quando chegou em casa, as adolescentes já tinham voltado. Apesar de apresentarem bom estado de saúde e sem marcas de violência, as adolescentes devem passar por consulta médica para avaliar o estado geral de saúde.

— A Francine estava muito nervosa e não conversamos direito ainda. Não sei o que aconteceu de fato. O que ela falou foi que, depois que tomaram um refrigerante durante a festa, as três dormiram. Quando acordaram, estavam em um lugar diferente. Como ela não conhecia o bairro, não sabia onde estava. 


Já a mãe de Larissa, Patrícia França, confirmou que as três saíram juntas, mas negou que elas já tivessem feito algo parecido. 

— A violência está demais e nós ficamos muito preocupadas. São crianças, de 12, 13 e 14 anos, que nunca fizeram isso. Com certeza isso abala a nossa confiança. Devemos educar, falar o que é certo, o que é errado. Alguns adolescentes são muito desobedientes. Graças a Deus elas voltaram! 

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