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Paulinho Mega não comparece a julgamento pelo sequestro e morte de vizinho

O comparsa Arivan de Almeida Morais foi levado ao Fórum Criminal de Sussuarana

Bahia|Do R7 com Record Bahia

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A ausência do acusado não interferiu no início do julgamento
A ausência do acusado não interferiu no início do julgamento

Nesta sexta-feira (29), acontece o julgamento de Paulo Gomez Guimarães Filho, o “Paulinho Mega”, de 37 anos, acusado de planejar o sequestro do advogado Ricardo Andrade Melo. Mas para a surpresa do advogado de acusação, Paulinho Mega não compareceu ao Fórum Criminal de Sussuarana, em Salvador. Apenas Arivan de Almeida Morais, comparsa de Paulinho, foi ao julgamento.

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O advogado Vivaldo Amaral afirmou que o ideal era que o acusado comparecesse e fizesse a confissão, que poderia atenuar a pena.


— teremos uma nova audiência, quando o juiz determinara e aí ele não poderá se recusar. Determinara a condução coercitiva dele e ele terá que vir de qualquer jeito.

A ausência do acusado não interferiu no início do julgamento. Nesta primeira etapa, 13 testemunhas de acusação devem ser ouvidas, entre elas a mãe da vítima.


Paulinho Mega, o pai dele, Paulo Roberto Guimarães, que já faleceu, e Arivan são acusados de sequestrar e matar o advogado em abril de 2014. Antes de matar o Ricardo, Paulinho foi condenado a 22 anos de prisão, por cometer um latrocínio, roubo seguido de morte, no ano de 2005.

O criminoso resolveu sequestrar o advogado para conseguir dinheiro e fugir do País. Paulinho Mega alugou um apartamento no mesmo prédio do advogado, no Corredor da Vitória, e fez amizade com a vítima. Assim, o réu descobriu que a mãe do advogado havia recebido uma indenização milionária.


No dia do crime, o acusado disse ao advogado que queria ajuda para comprar um carro importado. As imagens de câmeras de segurança mostram os dois juntos no dia 29 de abril de 2014, em um posto de combustíveis no bairro da Graça.

As cenas gravadas em um banco mostram que, antes de pedir o resgate de R$ 2 milhões à família do advogado, Paulinho Mega tentou sacar dinheiro no caixa eletrônico, mas o cartão da vítima estava bloqueado.

O corpo de Ricardo só foi encontrado quatro meses depois dentro de uma cisterna, próxima ao Complexo Penitenciário, no bairro Castelo Branco. Segundo a polícia, a vítima foi jogada viva dentro da cisterna, o que caracteriza requintes de crueldade.

Paulinho Mega e Arivan são acusados de extorsão mediante sequestro e ocultação de cadáver.

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