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Pedido de Habeas Corpus de Prisco é encaminhado para o STF

Ministro Joaquim Barbosa vai fazer a apreciação do pedido

Bahia|Do R7

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Os autos do processo de Marcos Prisco, com pedido de Habeas Corpus, saíram do TRF 1 (Tribunal Regional Federal), no fim da tarde deste sábado (19), e são encaminhados para o STF (Supremo Tribunal Federal) para apreciação do ministro Joaquim Barbosa, segundo informações da Aspra (Associação de Policiais e Bombeiros e de seus Familiares no Estado da Bahia).

A equipe jurídica da Aspra, comandada pelo advogado Vivaldo Amaral, acompanha o encaminhamento. O ministro deve responder ao pedido ainda neste sábado.


- Nossas expectativas são as melhores possíveis.

Ainda de acordo com a associação, os diretores orientam a tropa a manter a calma.


O pedido de Habeas Corpus de Prisco foi protocolado em Brasília na manhã de hoje. O Tenente Coronel PM Edmilson Tavares, presidente da AOPM/BA - Força Invicta (Associação dos Oficiais da Polícia Militar da Bahia) embarcou para a Capital Federal nas primeiras horas da manhã de hoje, acompanhado do advogado Vivaldo Amaral para adoção das providências cabíveis junto à justiça.

Prisão


O vereador e coordenador-geral da Aspra, Marco Prisco, líder do movimento grevista da Polícia Militar da Bahia, foi preso na tarde de sexta-feira (18), a pedido do MPF-BA (Ministério Público Federal na Bahia). O pedido de prisão preventiva ajuizado pelo MPF foi concedido pela Justiça Federal em 15 de abril e a prisão foi realizada nesta tarde, pela PF (Polícia Federal), em um resort em Costa do Sauípe, no Litoral Norte, onde Prisco se encontrava.

Aquartelamento


O deputado capitão Tadeu informou, na manhã deste sábado (19), que consultou a Aspra, APPM/BA (Associação de Praças da Polícia Militar da Bahia), AOPM/BA - Força Invicta, ABSSO/BA (Associação dos Subtenentes, Sargentos e Oficiais da Polícia Militar Da Bahia) e Associação Dois de Julho/BA (Associação dos Bombeiros Militares da Bahia), e decidiu pela suspensão do aquartelamento da tropa para "não prejudicar mais ainda a sociedade".

A decisão foi tomada após informações passadas, na madrugada de hoje, pela ministra Eliana Calmon, do Superior Tribunal de Justiça, que consultou o Procurador Geral do Ministério Público Federal, Dr. Rodrigo Janot. O procurador informou que a prisão de Prisco ocorreu em razão da greve de 2012 e que a paralisação de 2014 agravou a situação perante a Justiça Federal, que decretou a Prisão Preventiva. Segundo a informação, "o aquartelamento irá prejudicar a análise do Habeas Corpus".

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