Pituaçu é o 1º estádio da América Latina a operar com energia solar
Governo estima economizar cerca de R$ 120 mil por ano
Bahia|Do R7*

O Estádio Roberto Santos, que fica no bairro de Pituaçu, é autossuficiente na produção de energia. Desta forma, entra para a história do futebol mundial como o primeiro estádio da América Latina com energia solar.
O sistema é conhecido como "Pituaçu Solar" e foi inaugurado em abril de 2012.
Com a utilização dessa energia alternativa, o governo da Bahia estima economizar cerca de R$ 120 mil por ano, além de fomentar o uso de novas tecnologias sustentáveis.
A energia solar gerada e interligada à rede de distribuição será equivalente a 630 Mwh ao ano, capaz de abastecer 525 residências.
O projeto que custou mais de R$5,5 milhões, sendo R$3,8 milhões aplicados pela Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Coelba) e R$1,75 milhão pelo governo estadual, foi executado pela Coelba.
Na configuração do sistema de geração foram utilizados 2.302 módulos fotovoltaicos, 52 inversores, equipamento responsável por adequar a eletricidade gerada às características da rede elétrica, construídas três salas elétricas para os inversores e instalado sistema de mediação e aquisição de dados elétricos e ambientais.
Além do sistema de energia solar, a economia no consumo de energia do Estádio de Pituaçu ocorre também com a substituição dos projetores por holofotes. Para isso, foi assinado um convênio entre governo e Coelba com investimento de aproximadamente R$ 844,8 mil.
Também foi assinado um convênio para substituição que, além de promover maior nível de iluminação, proporciona economia no consumo de energia.
No dia 13 de setembro deste ano foi inaugurado o Centro de Visitação Pituaçu Solar, aberto e dedicado a difundir o uso de tecnologias inovadoras e renováveis, como energia solar, e a conscientização sobre o uso eficiente da energia elétrica.
O Centro fica aberto de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. A visita é gratuita, mas é sugerido que sejam levados alimentos não perecíveis para serem doados a uma instituição beneficente.
*Colaborou Ricardo Alves, estagiário do R7 BA














