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Polícia procura mais quatro envolvidos em morte de soldado no IAPI

Cinco criminosos presos por envolvidos na morte do soldado foram apresentados na SSP

Bahia|Do R7

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Alessandro Evaristo dos Santos, apelidado de “Cate”, e Jailson Conceição da Cruz, o “Pequeno”, são responsáveis pelos disparos
Alessandro Evaristo dos Santos, apelidado de “Cate”, e Jailson Conceição da Cruz, o “Pequeno”, são responsáveis pelos disparos

Mais quatro acusados de envolvimento na morte do soldado Edmilson Baiano Barreto, 46 anos, estão sendo procurados pela polícia. De acordo com a Polícia Civil, Jailson Conceição da Cruz, o “Pequeno”, e Alessandro Evaristo dos Santos, apelidado de “Cate”, são responsáveis pela abordagem ao soldado PM (Polícia Militar) e autores dos disparos. Os bandidos de apelidos “Gel” ou “Maresia” e “Júnior Mamãe”, que também fizeram parte da ação criminosa, completam a lista de procurados. A Polícia Civil já representou na Justiça o pedido de prisão temporária dos foragidos.

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Na tarde desta terça-feira (24), os cinco criminosos presos por envolvidos na morte do soldado, ocorrido no sábado (21), foram apresentados no auditório da SSP (Secretaria da Segurança Pública). Vailton Santos da Cruz, o “Rato”, 27 anos, Jorge Luís dos Santos Cruz, de apelidos “Jorgito” e “Geo”, Dilson Santana Vital, o “Dil”, Marcos Vinícius Cruz dos Santos, conhecido também como “Vini”, e Diego Marlon Lemos da Silva, o “Preto”, foram flagrados no mesmo dia do crime. Com os acusados foram apreendidas cerca de 15kg de drogas.

De acordo com o diretor do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa), delegado Jorge Figueiredo, um grupo formado por nove homens saiu da localidade do Milho, no IAPI, com o objetivo de matar rivais da região do Brongo.


— Havia uma comemoração, onde o policial estava com amigos quando chegou a quadrilha. Ao perceberem que

Edmilson estava armado, atiraram contra ele, que morreu no local.


Responsável pelas investigações, o titular da DHM (Delegacia de Homicídios Múltiplos), delegado Odair Carneiro, disse que não houve reação por parte do soldado.

— Os integrantes do bando não sabiam que Edmilson era policial. Eles atiraram ao verem que estava armado.


Consideram ser uma ameaça.

Todos os investigados por participação no crime foram reconhecidos por testemunhas e estavam armados no momento da ação criminosa.

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