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Prefeito e governador avaliam impactos das chuvas na Baixa do Fiscal

Autoridades devem oferecer recursos construções de conjuntos habitacionais

Bahia|Do R7

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Prefeito e governador reforçaram o pedido de liberação de R$ 400 milhões para obras de contenções em cerca de 200 encostas
Prefeito e governador reforçaram o pedido de liberação de R$ 400 milhões para obras de contenções em cerca de 200 encostas

Nesta terça-feira (12), o prefeito ACM Neto e o governador Rui Costa estiveram na Baixa do Fiscal, na capital baiana, para avaliar os impactos dos desastres e reforçar o pedido de liberação de R$ 400 milhões para obras de contenções em cerca de 200 encostas espalhadas na cidade. No final de semana, ocorreu um deslizamento de terra na região, e quatro pessoas morreram soterradas. 

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No caso da Baixa do Fiscal, a estimativa é que sejam investidos R$ 25 milhões. Outras áreas devem ser beneficiadas com os recursos, a exemplo de San Martin, São Caetano, Lobato, Liberdade e Pau da Lima.

ACM Neto informou que a Prefeitura começará a ingressar com ações na Justiça para garantir a remoção de famílias que insistem em permanecer em áreas de risco.


— São quase mil famílias que saíram voluntariamente e estão recebendo auxílio da Prefeitura. Estamos oferecendo todo o suporte, como o Aluguel Social e o auxílio-emergência, além dos abrigamentos, para que as famílias não permaneçam em área de risco. Em muitos casos, as pessoas não querem sair de jeito nenhum. Nesses casos, não nos resta alternativa a não ser recorrer à Justiça para garantir essa remoção. 

O governador Rui Costa afirmou que auxiliará a Prefeitura com equipes de engenheiros para a realização de vistorias em cerca de duas mil residências. 

— Tínhamos duas equipes de engenharia auxiliando a Prefeitura e já autorizei para dobrar para quatro. Até quinta, queremos atender duas mil vistorias que estão faltando, auxiliando a Prefeitura. No caso daquelas que comprovadamente tiverem risco, é preciso que as famílias saiam imediatamente. Muitas dessas casas não voltarão a ser moradias, e por isso também estamos pleiteando junto ao governo federal recursos para construções de conjuntos habitacionais.

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