Logo R7.com
RecordPlus

Preso, homem confessa que matou esposa com tiros no rosto: “Questão de honra”

Suspeito confessou que já tinha perdido as contas de quantas pessoas já tinha matado

Bahia|Do R7 com Record Bahia

  • Google News
Laércio Neves, conhecido como Múmia, de 33 anos, foi preso com um comparsa no bairro de Itapuã
Laércio Neves, conhecido como Múmia, de 33 anos, foi preso com um comparsa no bairro de Itapuã

Uma dupla presa após ser flagrada realizando arrastões com um carro roubado na orla de Salvador. Laércio Neves, conhecido como Múmia, de 33 anos, e o comparsa foram surpreendidos com bolsas, celulares, várias carteiras das vítimas.

Leia mais notícias no R7 BA


Experimente grátis toda a programação da Record no R7 Play

Os criminosos foram conduzidos por policiais militares da 15ª CIPM (Companhia Independente da Polícia Militar) para a 12ª DT (Delegacia Territorial), de Itapuã, onde Laércio acabou confessando diversos crimes, entre eles, o assassinado da própria mulher. A vítima foi morta com vários tiros no rosto após uma suposta traição.


— Aí é questão de honra. Me traiu, tem que morrer.

O rapaz não demonstrou arrependimento e afirmou que: “matei ela e dez que vier a me trair”. 


Laércio contou que foi preso pela primeira vez quando tinha 13 anos, por porte ilegal de arma. Ele tentou justificar sua entrada no mundo do crime a falta da família, pois foi criado apenas pela mãe, que teria morrido quando ele era criança.

— A opção que eu achei foi essa aí. De um lado futebol, mas não tive futuro. Então, eu achei o crime. O crime abriu as portas e eu abracei.


Suspeito de praticar vários de assaltos, Laercio contou que entrou no mundo do crime por falta de opção, falta de trabalho, e por não ter oportunidade. Além disso, o homem disse que já tentou ganhar a vida honestamente, mas sofre preconceito por se negro e já ter passagem pela polícia.

Há três anos, Laércio matou um homem e o filho pequeno no bairro da Ribeira, na Cidade Baixa. Ele tentou se justificar e alegou que cometeu os assassinatos, porque as vítimas queriam matá-lo. Em meio a gargalhada, o suspeito confessou que já tinha perdido as contas de quantas pessoas já tinha matado. 

— Dez pra mim é pouco.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.