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Primo é acusado de ser comparsa de adolescente morto em faculdade

Jovem foi identificado pela polícia e é procurado

Bahia|Do R7

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De acordo com a delegada, Willian é o mentor intelectual do crime e dono da arma encontrada com o adolescente
De acordo com a delegada, Willian é o mentor intelectual do crime e dono da arma encontrada com o adolescente

A polícia identificou o suspeito de acompanhar Railan Silva, 17 anos, na tentativa de assalto ao policial militar no estacionamento da Faculdade Área 1. Segundo informações da delegada Andreia Ribeiro, o jovem é primo do adolescente. A informação foi divulgada na manhã desta sexta-feira (24) no DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa). De acordo com a delegada, Willian é o mentor intelectual do crime e dono da arma encontrada com Railan.

O policial militar Jorge Miranda se apresentou à Polícia Civil, ontem, e confirmou que atirou contra o adolescente. A delegada revelou que o PM afirmou que foi abordado pelo adolescente, que estava com uma arma de fogo, e anunciou o assalto. Após perceber que o homem era policial, teria dito que ele iria morrer e que o comparsa estaria esperando fora do prédio.


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O caso ocorreu na terça-feira (21), quando Railan foi baleado após tentar roubar um policial militar, que estuda na instituição. Imagens mostram que o universitário entregou a chave da moto ao adolescente e depois atirou. O adolescente fugiu para dentro do prédio da faculdade na tentativa de se esconder no banheiro. Uma viatura da Polícia Militar foi ao local e encaminhou o jovem ao Hospital Roberto Santos, no bairro do Cabula, mas o adolescente não resistiu aos ferimentos e veio a óbito.


Nas imagens já analisadas, segundo a polícia, o adolescente aparece entrando pela portaria principal da faculdade, acompanhado de Willian, ambos carregando mochilas e aparentando tranquilidade. A mesma câmera registra, em outro momento, a entrada de um homem que depois foi filmado por uma câmera interna, portando uma arma.

Os familiares do adolescente informaram que a namorada dele estuda na faculdade, mas a polícia não confirmou a informação e disse que era o álibi usado por Railan para justificar a sua presença na região.

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