Câncer colorretal: sinais, riscos e por que crescem os casos
Foto: Alberto Ruy/IgesDF Por Celine de Souza* A morte da cantora Preta Gil, aos 50...
Taktá|Do R7

Foto: Alberto Ruy/IgesDF
Por Celine de Souza* A morte da cantora Preta Gil, aos 50 anos, vítima de um câncer colorretal diagnosticado em 2023, reacendeu o debate sobre um dos tipos de tumor mais comuns e letais do mundo e que, mesmo assim, ainda é pouco discutido fora do ambiente médico. O câncer colorretal, que afeta o intestino grosso e o reto, ocupa hoje o terceiro lugar entre os mais incidentes no planeta. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), é também o segundo mais letal tanto entre homens quanto mulheres no Brasil. A estimativa é de 45.630 novos casos por ano no triênio 2023–2025 — sendo 21.970 em homens e 23.660 em mulheres. Apesar da alta incidência, os sintomas muitas vezes são ignorados ou confundidos com problemas gastrointestinais comuns, o que contribui para diagnósticos tardios e maiores taxas de mortalidade.
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