"Também devemos ter o direito de reivindicar melhorias", diz Prisco após ação do MPF
Coordenador-geral avaliou a ação como antidemocrática e absurda
Bahia|Do R7

A Aspra (Associação de Policiais E Bombeiros) enviou nota à imprensa na manhã desta quarta-feira (8) repudiando a "suposta" ação impetrada pelo MPF-BA (Ministério Público Federal na Bahia) pedindo o ressarcimento de mais de R$ 15 milhões aos cofres públicos, além do fim da Associação. O MPF-BA entrou com ação contra o coordenador-geral da Aspra, soldado Marco Prisco, e dois ex-coordenadores, Zenilton Ferreira dos Santos e Fábio da Silva Brito
O soldado Prisco disse que recebeu com "admiração" o fato do MPF ter divulgado em veículos de comunicações a iniciativa antes mesmo de citar a entidade ou qualquer acusado.
O coordenador-geral avaliou a ação como antidemocrática que vai de encontro a livre manifestação do pensamento e absurda a tentativa de reaver o valor empregado pela União com o deslocamento das Forças Armadas para o estado no período.
A aspra ainda afirmou que alguns dos citados como Zenilton Ferreira dos Santos, sequer participaram do movimento grevista de 2012, pois deixou a entidade em 2010.
A Associação afirmou que assim que for citada, encaminhará a demanda ao jurídico da entidade e iniciará uma mobilização com representantes de classe do país para discutir a "tentativa de repressão de liberdade, de expressão e manifestação em pleno estado democrático de direito".
— Os policiais militares não podem ser considerados como semicidadãos. Também devemos ter o direito de reivindicar melhorias para categoria como qualquer cidadão. Queremos ser tratados como qualquer brasileiro no território nacional.















