Teatro Castro Alves é tombado pelo IPHAN
Proposta de tombamento foi aprovada nesta quarta-feira(27)
Bahia|Do R7

O TCA (Teatro Castro Alves) passa a ter a proteção do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).
A proposta de tombamento foi aprovada nesta quarta-feira(27) pelo Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, em Brasília.
O espaço cultural, cujo nome homenageia o Poeta dos Escravos, além de seu valor histórico é um marco da arquitetura moderna brasileira e palco privilegiado de acontecimentos culturais que marcaram a história recente do Brasil.
O TCA fica situado na principal praça da capital, no Campo Grande, e evoca as lutas da Independência da Bahia.
Teatro-origami
Inteiramente dedicado à música, dança e artes cênicas, o projeto arquitetônico do Teatro Castro Alves, com sua armação do origami gigante, como que feito de dobras geométricas de uma peça de papel, foi executado pelo arquiteto José Bina Fonyat Filho, com a colaboração do engenheiro Humberto Lemos Lopes, durante o governo do médico Luis Régis Pacheco.
Compõem o complexo cultural do TCA a Sala Principal, com capacidade de abrigar 1,5 mil espectadores; Sala do Coro, comporta até 201 espectadores; e a Concha Acústica, além de albergar até 5,5 pessoas. Cada um dos seus seis camarotes, servidos por uma estrutura de apoio com bar e sanitário, comporta 25 pessoas.
Entre tantos que já passaram pelo maior e mais importante centro artístico de Salvador destacam-se Raul Seixas e Marcelo Nova,Gilberto Gil, Chico Buarque, João Gilberto, Caetano Veloso, Gal Costa e Maria Bethânia, Ney Matogrosso, Flávio Venturini, Paulo Autran, Montserrat Caballé, Mikhail Baryshnikov, os Balés Bolshói e Kirov, o maestro Zubin Metha e a Filarmônica de Israel.















