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Trabalhadores da Construção Pesada entram em greve por tempo indeterminado

Paralisação prejudica obras de mobilidade urbana da capital baiana

Bahia|Do R7

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trabalhadores reivindicam reajuste salarial de 10%, cesta básica no valor de R$ 300,00, entre outros
trabalhadores reivindicam reajuste salarial de 10%, cesta básica no valor de R$ 300,00, entre outros

Os trabalhadores da construção pesada decidiram entrar em greve, por tempo indeterminado, em assembleia realizada pelo SINTEPAV (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Pesada e Montagem Industrial da Bahia), na manhã desta quinta-feira (10), em diversos canteiros de obras do Estado. Assim, obras importantes de mobilidade urbana como Consórcio Imbuí e Duplicação da Pinto de Águiar ficam paralisadas.

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Segundo o sindicato, já houve oito rodadas de negociações diretas entre o sindicato laboral o sindicato patronal, Sinicon (Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada), e duas mediações na SRTE (Superintendência do Trabalho e Emprego), mas as partes não chegaram a um acordo.

Os trabalhadores reivindicam reajuste salarial de 10%, cesta básica no valor de R$ 300,00, horas extras 60% de segunda a sexta, 100% aos sábados e 130% aos domingos e feriados, PLR, assistência médica para empregados e dependentes. O Sinicon ofereceu reajuste salarial de 6% e cesta básica no valor de R$ 243,00.

Amanhã (11), haverá uma assembleia geral com os trabalhadores em frente ao Fórum Ruy Barbosa em Nazaré que definirá os rumos da greve.

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