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TST vai julgar legalidade da paralisação nos Correios

Funcionários decidiram manter greve por tempo indeterminado

Bahia|Do R7

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Paralisação dos servidores é contra a Postal Saúde
Paralisação dos servidores é contra a Postal Saúde

Os Correios ingressaram com ação cautelar preparatória junto ao TST (Tribunal Superior do Trabalho) solicitando a suspensão da paralisação dos funcionários, que entraram em greve na sexta-feira (31). A empresa quer garantir também o efetivo mínimo em cada unidade. A paralisação será julgada pela Seção Especializada em Dissídios Coletivos do TST. O relator do processo é o Ministro Márcio Eurico Vitral Amaro.

Os funcionários na Bahia decidiram, durante assembleia realizada na terça-feira (4), manter a greve por tempo indeterminado em todo o Estado. A reunião aconteceu em frente ao prédio central da estatal, na Pituba. De acordo com o Sincotelba (Sindicato dos Trabalhadores em Correios e Telégrafos no Estado da Bahia), a categoria volta a se reunir na agência Central da Pituba, a partir das 15h desta quarta-feira (5).


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Os servidores decidiram paralisar as atividades para protestar contra a quebra de acordo dos Correios em relação à manutenção do plano de saúde dos servidores, determinada pelo TST, segundo o sindicato que representa a categoria. A empresa afirma que, conforme decisão do TST no último dissídio coletivo dos Correios, em 2013, as decisões a respeito da gestão do plano de saúde são exclusivas da empresa e não das representações sindicais.


Segundo os Correios, a Fentect (Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares) buscou liminar contra a transferência da gestão do plano de saúde, sem sucesso. O caso ainda será julgado na primeira instância da Justiça do Trabalho.

Os Correios afirmam que não haverá nenhuma alteração no atual plano de saúde dos trabalhadores, o CorreiosSaúde. Nenhuma mensalidade será cobrada, os dependentes regularmente cadastrados serão mantidos e o plano de saúde não será privatizado. Todas as condições vigentes do CorreiosSaúde serão mantidas, os percentuais de co-participação não serão alterados e os trabalhadores dos Correios não terão custos adicionais.

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