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Alckmin é investigado pelo Ministério Público paulista

Ex-governador é apontado como recebedor de R$ 10,5 milhões via caixa 2 nas campanhas  de 2010 e 2014. Alckmin diz que vai prestar  os esclarecimentos

Brasil|Fernando Mellis, do R7

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Alckmin deixou governo para disputar Presidência
Alckmin deixou governo para disputar Presidência

Agora sem foro privilegiado, o ex-governador de São Paulo e pré-candidato à Presidência Geraldo Alckmin (PSDB) se tornou alvo de uma investigação do Ministério Público de São Paulo. Os promotores se baseiam em supostos valores recebidos via caixa dois pelo tucano nas campanhas ao governo do Estado de 2010 e 2014.

O inquérito tem como base a delação de executivos da Odebrecht que revelaram o pagamento de aproximadamente R$ 10,5 milhões a pessoas relacionadas ao ex-governador, incluindo o cunhado dele Adhemar César Ribeiro.


Para os promotores, o tucano teria violado a lei que trata da improbidade administrativa.

"Constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade e lealdade as instituições", alegam.


A investigação do MP paulista, no entanto, é cível e não criminal. Há outro inquérito pelo mesmo motivo na Justiça Eleitoral de São Paulo.

O caso foi remetido pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça) à instância inferior na semana passada, após Alckmin renunciar ao cargo para poder concorrer à Presidência nas eleições de outubro. Sem o mandato de governador, ele perdeu o foro privilegiado.


O que diz Alckmin:

Em nota enviada ao R7, a assessoria de Geraldo Alckmin disse que "O ex-governador vê a investigação de natureza civil com tranquilidade e está à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos. Não apenas por ter total consciência da correção de seus atos, como também por ter se posicionado publicamente contra o foro privilegiado. Registre-se que os fatos relatados já estão sendo tratados pela Justiça Eleitoral, conforme determinou o Superior Tribunal de Justiça.”

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