Após demissão de professora, alunos e movimentos sociais invadem faculdade
O ato ocorreu no pátio do Ielusc, após o desligamento de uma professora por ela ter se pronunciado politicamente, contrariando a orientação da instituição
Brasil|Do R7

Para contestar a demissão de uma professora, estudantes e ex-alunos da Faculdade Ielusc (Instituto de Ensino Luterano de Santa Catarina), associados a movimentos sociais, realizaram um ato no pátio do instituto, em Joinville (SC), na noite desta terça-feira (18).
A professora demitida foi a antropóloga Maria Elisa Máximo. De acordo com o portal ND Mais, ela já estava afastada desde o início deste mês, porque teria contrariado uma orientação expressa da faculdade. À época, o Ielusc informou que os funcionários estavam instruídos a “evitar que posicionamentos pessoais possam ser vinculados como sendo da instituição educacional, sobretudo na sala de aula ou em mídias e grupos acessados por estudantes e/ou pais”.
A antropóloga poscionou-se politicamente durante o primeiro turno das eleições, numa rede social, criticando um dos candidatos.
Após os protestos, foi difundido nas redes sociais que os manifestantes teriam invadido a igreja que fica no local da instituição, que negou a informação em nota.
"Ao contrário do que vem sendo reportado, a paróquia informa que não houve invasão de nenhum espaço da Igreja da Paz, antes ou durante o ato estudantil."
Segundo o portal ND Mais, a Polícia Militar acompanhou o ato e informou que não houve agressões nem danos ao patrimônio.
Em nota publicada ainda antes da demissão de Maria Elisa Máximo, a ABA (Associação Brasileira de Antropologia) repudiou o afastamento da professora e a perseguição política e profissional que a docente sofreu nas redes sociais devido ao posicionamento que publicou nas redes sociais.















