Casos como o da Siemens são prática corrente entre empresas multinacionais, diz professor da FGV
Controladoria da União pediu esclarecimentos da empresa alemã por suposto cartel em SP
Brasil|Do R7, com Record News
A prática adotada por empresas multinacionais de usar recursos ilegais, como a formação de cartel e pagamento de propina, para ganhar licitações é recorrente e não exclusividade de um determinado país ou de uma corporação. A constatação é do professor de administração de empresas da FGV (Fundação Getulio Vargas), Rafael Alcadipani.
— Uma coisa que precisamos ter em mente, ao que tudo indica, quando a gente casos como esse da Siemens, é que é uma prática corrente, infelizmente, das grandes corporações. A relação entre empresas e Estado é bastante nebulosa. Não é uma exclusividade do Brasil e dessa empresa especificamente.
Na última quinta-feira (15), a CGU (Controladoria Geral da União) informou que vai pedir esclarecimentos à empresa alemã sobre o possível acordo comercial com empresas de transporte ferroviário para fornecer trens e serviços para a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) e ao Metrô.
Assista ao vídeo abaixo e entenda os procedimentos usados pela Siemens no caso do escândalo dos trens em São Paulo.















